Saputiaba

Neste Um Pé de Que? saiba mais sobre a Saputiaba, árvore de restinga, sempre bem localizada, que viu desaparecerem os Povos do Sambaqui, os Índios Tupi e agora convivem com os pescadores, que com muita consciência são hoje os maiores responsáveis pela sua preservação.

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Saputiaba

quixabeira, coronilha, coca, maçaranduba-da-praia, miri, sapotiaba, sacutiaba, rompe-gibão

Nome científico
Sideroxylon obtusifolium (Humb. ex Roem. & Schult.) T. D. Penn.

Família
Sapotaceae

Características morfológicas:

Árvore espinhenta, de 7-18 m de altura, dotada de copa oval e densa.

tronco curto e cilíndrico, de 30-60 cm de diâmetro, revestido por casca rugosa e superficialmente fissurada.

folhas com a consistência do papel, brilhantes na face superior, de 1,5-6,5 cm de comprimento por 0,5-3,5 cm de largura, sustentada por uma haste de 3-9 mm de comprimento

flores perfumadas, surgem de um mesmo ponto e juntinhas ao ramo, em número de 2-20.

fruto inicialmente verde, e preto quando maduro, de até 1,5 cm de comprimento, de polpa suculenta, dotado de uma única semente.

semente de até 1 cm de comprimento.

floração ocorre durante os meses de outubro-novembro, junto com o surgimento da nova folhagem. Os frutos amadurecem no período janeiro-fevereiro.

uso/árvore de copa densa e elegante, usada com sucesso na arborização rural em fazendas.

uso/madeira pesada, dura, fácil de trabalhar, de textura fina, de baixa durabilidade ao natural. Empregada apenas localmente em carpintaria e para esculturas, como carrancas.

uso/outras utilidades os frutos, comestíveis, são avidamente procurados por pássaros e animais silvestres. A casca é medicinal.

obtenção de sementes Colher os frutos da árvore, quando iniciarem a queda espontânea, ou recolhê-los do chão logo depois. Deixá-los dentro de sacos plásticos até a decomposição parcial. Em seguida extrair as sementes em água corrente.

produção de mudas Colocar as sementes frescas para germinar em canteiros a pleno sol contendo substrato arenoso. Irrigar diariamente. A emergência ocorre em 30-50 dias e a taxa de germinação é baixa. O desenvolvimento das plantas no campo é moderado.

referêcia bibliográfica GOMES, Rejane; PINHEIRO, Maria Célia Bezerra and LIMA, Heloísa Alves de. Fenologia reprodutiva de quatro espécies de Sapotaceae na restinga de Maricá, RJ. Rev. bras. Bot. [online]. 2008, vol.31, n.4 [cited 2010-08-18], pp. 679-687 | LORENZI, Harri. “Árvores Brasileiras Manual de Identificação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do Brasil”. Vol. II. Editora Plantarum, Nova Odessa, São Paulo, 1992, p.323.

Saputiaba

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